sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Estudantes criam parede que promete substituir ar-condicionado

Estudantes criam parede que promete substituir ar-condicionado




Quando a temperatura local aumenta, ligar um ventilador ou ar-condicionado pode resolver o caso. Contudo, essa opção pode não só afetar as contas do mês, mas também contribuir para a chamada "pegada de carbono".
Pensando nisso, estudantes do instituto de arquitetura IAAC, na Espanha, criaram um protótipo de parede que promete dispensar o uso de eletrodomésticos para resfriar o ambiente.
Batizado de "hydroceramics", o material possui bolhas de de hidrogel, que por sua vez, é capaz de reter até 400 vezes seu volume em água. Sendo assim, a ideia é preencher as esferas com água para que, em um dia quente, o líquido comece a evaporar.
Para reabestecer as bolhas, uma chuva pode dar conta do recado já que quando chove, a temperatura fica mais amena e as esferas absorvem a água, isolando também a construção.


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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Como navegar na internet sem deixar rastros?

Como navegar na internet sem deixar rastros?
NAVANOBNER
Com certeza, você já passou por uma
situação em que precisou pesquisar alguma coisa na Internet, que gostaria que ninguém descobrisse. Por exemplo, procurar um novo emprego, visitar um site de sexo (por que não?), buscar um advogado especializado em divórcio, pesquisar uma condição de saúde ou comentar sobre questões políticas sensíveis. Ou talvez você esteja usando uma rede pública e prefira que os seus dados pessoais não sejam expostos. Será possível fazer com que a sua navegação não seja registrada no histórico, para evitar que outros controlem o que você está fazendo na web? Saiba a seguir:

Tratando-se de privacidade online, dois fatores importam. O primeiro é o anonimato, ou seja, como fazer com que as pessoas não saibam os sites que você está visitando. O segundo é como fazer com que as pessoas não descubram as informações que você envia. Dependendo das circunstâncias, você pode se preocupar com um ou com ambos os fatores. Proteger seu histórico de navegação é mais simples do que parece. Os principais navegadores têm uma opção de navegação privada, que exclui arquivos temporários da Internet e não deixa o histórico de navegação gravado no computador. Depois de fechar a janela do site, ninguém será capaz de ver os sites que você visitou.

Veja como navegar sem deixar rastros em cada navegador:
Google Chrome – Clique na chave na extrema direita superior da tela, e em seguida selecione “Nova janela anônima”. Ou então clique Ctrl+Shift+N e a janela de navegação anônima aparecerá imediatamente.


Firefox – Clique em “Ferramentas” e “Iniciar navegação privativa”.



Internet Explorer – Clique no botão “Segurança” e selecione a opção “Navegação In Private”. Ou clique Ctrl+Shift+P.e a janela Private surgirá.


Safari – No canto superior direito da tela, clique no menu “Ação”, e em seguida clique em “Navegação Privada”.


Alguém mal intencionado pode instalar um programa de key-logger no seu computador para rastrear tudo o que você digita – o que a navegação privada não protege. Por isso,
um antivírus capaz de remover qualquer programa de rastreamento de teclado é essencial em qualquer computador. Este recurso vai manter seu histórico limpo, mas não impede que um empregador ou o governo mantenha o controle do que você visitou na rede. Além disso, os sites que você visita mantém registrado seu endereço de IP, e podem fornecer informações suas para outras pessoas para fins de monitoramento ou publicitários.
Ocultando o IP
Alguns servidores gratuitos podem manter você anônimo na Internet, como o Anonymouse.org ou o HideMyAss.com. Eles agem como intermediários entre você e os sites que você visita, pois o seu endereço de IP fica escondido. No entanto, o próprio servidor pode reconhecer seu IP e por onde você navegou – e esses dados podem ser entregues a terceiros. Além disso, alguns desses servidores anônimos gratuitos são criados por hackers para roubar seus dados pessoais. Portanto, se cuide!
Tor
Para mais proteção anônima, você pode ainda usar o Tor, uma rede livre, de código aberto, originalmente desenvolvido para proteger as comunicações do governo dos Estados Unidos. Recomendado pela organização de defesa da privacidade da Electronic Frontier Foundation (EFF), o servidor Tor funciona com o Firefox e pode ser ligado ou desligado, dependendo de quando você precisa ou não de anonimato. O Tor funciona distribuindo seu tráfego através de uma série de servidores operados por voluntários ao redor do mundo, antes de enviá-lo ao seu destino. Isto torna o programa muito eficaz para esconder o seu endereço de IP. Mas, como nada é perfeito, o Tor também tem limitações. Primeiro, ele pode ser bastante lento, por causa do grande número de servidores pelos quais os dados passam. Além disso, especula-se que várias agências governamentais e grupos de hackers operam servidores de saída do Tor, para coletar informações de usuários. Não é fácil…
Rede Privada Virtual
Para uma conexão mais segura, a Rede Privada Virtual (Virtual Private Network – VPN) é uma solução. O servidor cria uma conexão criptografada para o tráfego entre o computador e o servidor VPN. O seu endereço de IP não é transmitido para os sites que você visita. As VPNs também protegem suas informações em redes públicas de hotéis e lanchonetes. E, ao contrário de serviços gratuitos como o Tor, as VPNs cobram uma taxa que permite muito mais velocidade. As redes Witopia e Strong VPN têm pacotes a partir de R$ 100,00 por ano. VPNs ainda apresentam os mesmos inconvenientes dos outros serviços. Se a sua VPN mantém registros de tráfego, esses dados podem ser entregues a terceiros, com base em uma ordem judicial, mostrando os sites que você visitou. Mas os dados que você envia para sites externos não serão criptografados, se você estiver usando uma conexão segura.

Será que a tecnologia criou novos problemas profissionais?

Será que a tecnologia criou novos problemas profissionais?

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É inegável o poder de comunicação da tecnologia atualmente. Sua capacidade de transformar a maneira de como interagimos mudou o mundo. O que há alguns anos atrás parecia se tratar de ficção científica, hoje é absolutamente normal e corriqueiro, como por exemplo, uma vídeo conferência.
O problema é que todo esse progresso e avanço tecnológico fizeram com que aparecessem pessoas com sérias dificuldades de concentração. E é justamente no trabalho, talvez no escritório, que tais problemas se tornem mais visíveis e deixem marcas mais profundas – tantos as boas quanto as ruins. A distração é um deles. Um estudo da Universidade da Califórnia mostra que profissionais que trabalham em frente a um computador são interrompidos (ou se interrompem espontaneamente) a cada três minutos. Assim, toda vez que isso acontece, leva-se até 23 minutos para retomar a atividade. “Em uma semana, um profissional distraído perdeu muitas horas de trabalho”, conta o psiquiatra Frederico Porto, consultor da LHH/DBM, empresa de colocação de executivos, de Belo Horizonte. E acrescenta: “Além disso, o desgaste mental de mudar de uma atividade para a outra faz a pessoa ficar muito cansada”.
Como se não bastasse, a tecnologia tem sérios efeitos sobre a ansiedade. O sistema de recompensa do cérebro, o mesmo que nos faz comer para não morrer de fome, se adaptou à era digital e acabou por ficar “carente” também de informação. De acordo com Kelly McGonigal, PhD em Psicologia e professora da escola de negócios da Universidade de Stanford, em São Francisco, a conseqüência é sentir necessidade de consumir notícias assim como se sente vontade de almoçar.
Por esses motivos, a Associação de Psiquiatria Americana incluiu a partir deste ano a desordem no uso da internet no Manual de Transtornos Mentais, espécie de lista das doenças psiquiátricas existentes.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Pista para carros voadores ficará pronta em 2015

A empresa americana skyTran está construindo em Tel Aviv, Israel, uma pista suspensa para carros voadores que deverá entrar em funcionamento até dezembro de 2015. E, por mais que pareça futurística, a ideia é antiga e revive um projeto dos anos 1960 sobre o “transporte do futuro”.
Espera-se que esta seja a alternativa para acabar com o congestionamento das grandes cidades e eliminar o tempo gasto em trajetos com semáforos e trânsito de pessoas. A via fica suspensa a 20m do chão e tem extensão limitada, de apenas 500m, mas estão previstas versões maiores.

Os veículos, que se movimentam suspensos por cabos magnéticos, levam duas pessoas e podem atingir até 70 km/h. A ideia é oferecer aos consumidores carros comerciais mais rápidos, mas tudo ainda é embrionário e não há informações concretas sobre seu desenvolvimento e preço.
De acordo com o plano da empresa responsável, os passageiros poderão alugar um carro voador por meio do smartphone e combinar estações específicas para encontrá-los. De lá, seguirão diretamente ao destino desejado.
O conceito está sendo desenvolvido no parque de pesquisas da Nasa e pretende revolucionar o transporte público. Segundo especialistas, a construção de pistas como esta é mais barata do que a de linhas de trem porque utiliza espaço urbano que está sobrando.
A companhia revelou que planeja realizar projetos semelhantes em outras localidades como Índia e EUA, mas tudo depende do sucesso dos testes em Israel.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Tecnologia: Novo dispositivo vibra quando sua postura está errada, visando à sua melhora e à prevenção de dores nas costas

 A nova invenção traz como objetivo melhorar a postura por meio de uma pequena vibração quando as pessoas ficarem em uma posição postural errada, o que pode ajudar a prevenir dores na região da coluna.

“UpRight” é um dispositivo que é grudado na parte inferior
das costas com um adesivo hipoalergênico (que não provoca alergia) suave. Os vários sensores do dispositivo vibram quando sua postura começa a piorar. Ele foi projetado para combater a "epidemia da postura ruim" - um fenômeno causado pelo grande número de horas que passamos sentados de qualquer jeito na frente dos computadores.

Má postura não só causa dor nas costas, mas tem efeitos negativos sobre a respiração, a função dos órgãos internos e até mesmo na sua produtividade. Ao fornecer lembretes com vibrações suaves para sentar-se ereto, espera-se que isso possa ser um estímulo diário da importância de uma coluna reta.
Ele pode até mesmo se conectar a um aplicativo móvel especial, que tem um programa de treinamento individual desenvolvido por especialistas.
Os usuários podem ver metas diárias, recebem análises de postura ou estatísticas. O programa pode também ajudar os usuários a dominarem a sua postura sem o dispositivo depois de apenas algumas semanas.
O criador e fundador do dispositivo, Oded Cohen, disse: "A ideia para o UpRight veio de muitos anos atrás, quando eu queria ajudar minha mãe com seu hábito de curvar equivocadamente a coluna. Infelizmente, eu demorei muito tempo. No ano passado, minha mãe começou a sofrer de dores nas costas e agora precisa de ajuda de medicamentos", disse Oded.
UpRight tem uma bateria de quatro dias, uma porta USB para carregar e bluetooth embutido. O seu design inteligente de silicone pesa apenas 30 gramas e mede apenas 10 centímetros de comprimento. O valor é estimado em pouco mais de R$ 300 e está previsto para ser lançado no mercado em julho de 2015.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

As 5 piores mídias de armazenamento da História

Hoje em dia, as pessoas têm a sua disposição diversas mídias de armazenamento capazes de guardar uma boa quantia de dados que é transportada para diferentes lugares — algo que facilita o trabalho de muita gente. Como bons exemplos, podemos citar os pendrives, cartões de memória e HDs externos.
Acontece que, para a tecnologia chegar ao estágio em que ela se encontra hoje, muitas mídias um tanto quanto problemáticas foram inventadas. Pensando nisso, o pessoal do site Extremetech montou uma lista com os piores produtos que já chegaram ao mercado, sendo que nós, do TecMundo, separamos os top 5.
Você vai conhecer mídias ruins de serem utilizadas, com grande chance de não gravarem o conteúdo desejado e com um resultado final que não agradava muito — apesar disso, a maioria delas foi essencial para o desenvolvimento do armazenamento de dados. Ficou curioso? Então, continue lendo este artigo.

Enorme e delicado...

Se você já assistiu a muitos filmes de época, é bem provável que tenha visto pelo menos uma vez um gravador de rolo. Esses equipamentos eram grandes, cheios de botões e utilizavam dois rolos (um deles magnético) para gerar apenas uma cópia de qualquer som que seja. O problema é que o processo de trabalho era realmente delicado — qualquer imprecisão estragava toda a gravação — e o resultado ainda contava com muitos ruídos.

Apesar de todos esses problemas, os gravadores de rolo foram o começo do desenvolvimento das fitas cassete.

Assopre a fita

Na década de 1990, a Sony e a Sega ofereceram ao público consoles que utilizam CDs para rodar os jogos, o que atraiu muita gente. O problema da Nintendo é o fato de que ela não acompanhou essa evolução e continuou trabalhando com cartuchos para o Nintendo 64. Esses componentes guardavam menos dados do que os pequenos discos e eram bem mais caros de serem produzidos (uma diferença de US$ 1 para US$ 15).

Esses problemas de produção e o pouco apelo que os cartuchos tinham perante os compradores fizeram com que a Nintendo perdesse a liderança do mercado de games. A empresa até mesmo perdeu a franquia Final Fantasy para a Sony. Atualmente, essa tecnologia se transformou e é utilizada em consoles de mão, mas em um tamanho menor e solucionando a questão de pouca memória.

Substituição que falhou

Os disquetes de 3,5 polegadas fizeram sucesso por muitos anos, mas na década de 1990 substitutos começaram a surgir. Um deles era o sistema Zip Drive, que tinha 100 MB de capacidade de armazenamento (70 vezes a de um disquete “normal”) e um tempo de busca de 28 milissegundos.

O problema é que esse produto tinha todos os defeitos dos antigos disquetes — como lerdeza do processo de trabalho e uma manipulação um tanto quanto truncada — e ainda custava US$ 20, o que era bem caro para a época. Além de tudo isso, essa tecnologia não podia competir com as facilidades e capacidade de armazenamento de um CD, de modo que o Zip Drive simplesmente fracassou.

As famosas fitas

Hoje em dia, é raro encontrar uma casa que ainda utilize o formato VHS para gravar seus programas preferidos ou para assistir a filmes. No entanto, principalmente na década de 1980, essa tecnologia era realmente popular. E, por mais estranho que isso pareça, ela não era realmente boa. Isso porque as “fitas” apresentavam uma qualidade baixa de imagem, os vídeos cassetes costumam danificar as fitas (e você perdia toda a gravação), além de ser necessário rebobinar tudo que era assistido.

Por conta disso, o VHS foi “morrendo” aos poucos com o surgimento de tecnologias que o substituíram de forma um tanto quanto rápida — principalmente porque muita gente já estava bem irritada com as fitas.

Uma guerra de alta definição

Há praticamente dez anos atrás, o HD-DVD e o Blu-Ray estavam competindo para ver qual tecnologia de armazenamento de alta definição iria dominar o mercado. Acontece que o HD-DVD se mostrou bem pior do que o seu competidor em diversos quesitos. Para começar, esse recurso tinha uma capacidade de guardar 15 GB, sendo que o Blu-Ray aceitava o dobro e ainda podia trabalhar em camadas, impedindo o uso de diversos discos.

Para piorar, grandes empresas escolheram trabalhar com o Blu-Ray por conta da capacidade de ele trabalhar com bloqueios de região e também pelo fato de que não era necessário trabalhar com todos os codecs de um HD-DVD, como Dolby Digital Plus e Dolby TruHD. Sendo assim, você já pode imaginar quem ganhou esta batalha, certo?